Fundação Calouste Gulbenkian

As visitas podem ser realizadas a pedido das escolas interessadas, em horário a definir, de acordo com os temas abaixo indicados.
Saber mais sobre a colecção aqui.
Visita-jogo: Que forma tem?
Que forma tem um tapete? E uma moeda antiga? Será que um vaso grego tem a mesma forma que uma lâmpada de vidro? Porque é que estes objectos têm estas formas e não outras? Onde é que se inspiram as formas?!
Visita-jogo: Materiais Naturais
Olhos fechados, mãos abertas e sentidos bem acordados, vamos apalpar, cheirar e sentir os diversos materiais. Um pedaço de barro é mais pesado do que uma pedra? Qual a diferença entre a lã e a seda? Que forma tem isto, aquilo e aqueloutro? São lisos ou rugosos, quentes ou frios? De onde vêm todos estes materiais? Será que no Museu há objectos feitos com eles? E na tua casa? E nas salas da tua escola?
Visita-jogo: À Descoberta das Cores
Onde nascerão as cores? Serão as cores iguais de dia e de noite? Terá o sol alguma coisa a ver com isso? E os nossos olhos? Será que conhecemos todas as cores que aparecem numa pintura? Será que todas as pessoas vêem as cores da mesma maneira? Com paletas e pincéis vamos tentar descobrir como os pintores misturavam as cores nas suas pinturas.
Visita-jogo: Ourives, astrónomo, pintor e bailarina… Quem mais trabalha no Museu?
Explorando a arte francesa, vamos descobrir estas e muitas outras profissões dessa época, pensar nas profissões dos nossos dias e perceber as diferenças. Vamos ainda compreender como mudaram ao longo dos tempos. O que queres ser quando fores grande? Vamos conversar sobre isso muito a sério, porque é um assunto muito importante.
Materiais Naturais
Olhos fechados, mãos abertas e sentidos despertos, vamos apalpar, cheirar e sentir os diversos materiais. Um pedaço de barro é mais pesado que uma pedra? Qual a diferença entre a lã e a seda? De onde vêm todos estes materiais? Que formas têm? São quentes ou frios, lisos ou rugosos? Será que no Museu há objectos feitos com eles? E na tua escola?
À Descoberta das Cores
Será que conhecemos todas as cores que aparecem numa pintura? Como é que as distingues? Serão os olhos responsáveis pelas diferenças de cor? Ou será a luz? Ou o sol ? Terá cor a luz do sol? As cores serão iguais de dia e de noite? Vamos descobrir tudo isso e depois ,com paletas e pincéis ,vamos tentar descobrir como os pintores utilizavam os pigmentos e misturavam as cores nas suas pinturas.
Retratos pintados, retratos esculpidos
Gostas de tirar retratos? Gostas que façam o teu retrato? E Qual a importância de um retrato no tempo em que não havia fotografia? O que será que eles dizem das pessoas retratadas? Qual a diferença entre um retrato pintado e um retrato esculpido? Vamos explorar o retrato sob diferentes perspectivas e falar também um pouco sobre os nossos próprios retratos e nós.
Ourives, astrónomo, pintor… Quem mais trabalha no Museu?
Explorando a arte francesa do século XVIII, vamos descobrir estas e muitas outras profissões da época e comparar com as de hoje, tentando perceber as diferenças. Vamos ainda compreender porque mudaram ao longo dos tempos. E tu, que profissão gostarias de ter? Vamos falar deste assunto muito seriamente porque todas as profissões são muito importantes .
À Conversa com a Arte
Serão as obras de arte todas do mesmo tipo? Ou haverá diferentes tipos de obras de arte? O que fazem os artistas para se exprimir? Que materiais e técnicas usam? Porquê esses e não outros? Vamos a aprender como se lê uma obra de arte? De onde virá essa ideia de ler uma obra de arte? Ler uma pintura é igual a ler uma tapeçaria ou uma escultura ,uma peça de mobiliário ou de ourivesaria?
Retratos pintados, retratos esculpidos
Qual a importância de um retrato no tempo em que não havia fotografia? O que será que eles dizem das pessoas retratadas? Qual a diferença entre um retrato pintado e um retrato esculpido? Vamos explorar o retrato sobre diferentes perspectivas e em diferentes épocas.
Como nasce uma escultura?
Porque é que um artista faz uma escultura e não uma pintura? Que haverá de importantes diferenças entre uma coisa e outra? Explorando as esculturas do Museu, vamos perceber qual é o trabalho do escultor, como dá às suas peças o equilíbrio, o movimento e o realismo. Vamos perceber como a escolha da técnica e dos materiais influencia o trabalho final.
A volta ao mundo no Museu
Vamos dar a volta ao mundo no Museu atravessando cidades, países e continentes, desde a Antiguidade ao século XX. As diferentes culturas representadas na Colecção Gulbenkian conduzem-nos numa viagem no tempo e no espaço, que revela artistas, estilos e movimentos artísticos.
Retratos pintados, retratos esculpidos
Qual a importância de um retrato no tempo em que não havia fotografia? O que será que eles dizem das pessoas retratadas? Qual a diferença entre um retrato pintado e um retrato esculpido? Vamos explorar o retrato sobre diferentes perspectivas e em diferentes épocas.
A Antiguidade ontem e hoje
Será que a Antiguidade, que pertence ao passado, também pertence ao presente? Através de um percurso que se inicia com o Egipto dos faraós e a arte greco-romana, iremos acompanhar os caminhos que a Antiguidade trilhou até aos dias de hoje.
Por terras do Oriente
Desde a Turquia até à China atravessaremos terras do Oriente, onde se cruzam diferentes culturas e impérios, criando formas de simbiose artística originais e singulares.
Pintura europeia – dos primitivos flamengos aos impressionistas
A Colecção de Pintura europeia do Museu Gulbenkian dá-nos uma retrospectiva de estilos e linguagens picturais, desde os finais do século XV até ao final do século XIX.
Arte Europeia na viragem do século XIX
A Arte Europeia na viragem do século XIX abriu caminho para movimentos artísticos, que anunciam o modernismo, as correntes de vanguarda e outros movimentos que marcam a contemporaneidade.
René Lalique e a Arte Nova
René Lalique marcou a Arte Nova com as suas jóias e objectos decorativos, fazendo do vidro o seu material de eleição. Flores, plantas, animais e personagens mitológicos criam atmosferas, ora feéricas, ora fantásticas, numa sinfonia de materiais, texturas, cores e formas, onde a linha curva é rainha.
Estética e expressão artística
A articulação entre as questões estéticas e a expressão artística, sempre foram tema de reflexão desde a Antiguidade. Será que os conceitos de belo no Antigo Egipto e na Idade Média são os mesmos? E na Europa e na Ásia? Através de uma viagem pelo belo no museu veremos como estes conceitos variam consoante os povos e as épocas.
A Ciência na Arte
Será que um Museu de Arte não pode ser também um Museu de Ciência? Não estará a Ciência presente na obra de Arte? Arte e Ciência sempre andaram de mãos dadas, recorrendo a técnicas e materiais para se expressarem em conjunto.
Culturas e interculturalidade
O Museu Gulbenkian tem um acervo que percorre diferentes culturas, desde a Antiguidade até ao século XX. Sinergias diversas foram-se desenvolvendo por motivos históricos, sociais e económicos, criando simbioses artísticas, verdadeiros testemunhos de interculturalidade.
Pintura europeia – dos primitivos flamengos aos impressionistas
A Colecção de Pintura europeia do Museu Gulbenkian dá-nos uma retrospectiva de estilos e linguagens picturais, desde os finais do século XV até ao final do século XIX.
Perspectiva - uma questão de ponto de vista
A perspectiva na Arte europeia teve o seu advento no Renascimento, criando um estilo, que abre novos horizontes no espaço. Será que noutras culturas a perspectiva é tratada da mesma maneira? Que tipos de perspectiva existem nas obras do Museu Gulbenkian?
Diferentes retratos, diferentes culturas
A figuração humana é uma constante em todas as épocas e todas as culturas. Mas a imagem do Homem foi apropriada de diversas formas, obedecendo muitas vezes não só a critérios estéticos, mas também a critérios de ordem moral e religiosa.
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